20.08.10
COESÃO E COERÊNCIA
Existem mecanismos, na construção de um texto, para garantir aos leitores (o nosso público-alvo) a compreensão do que se lê. Tanto a coesão quanto a coerência são exemplos eficazes desses recursos.
A coesão é a microestrutura do texto, a correta ligação entre os seus elementos, que ocorre no interior das frases, entre períodos e os vários parágrafos. Trata-se de uma linha imaginária - composta de termos e expressões - que une os diversos elementos do texto e busca estabelecer relações de sentido entre eles.
05.08.10
INTRODUÇÃO À COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Na empresa que a gente trabalha, muitas vezes vê um boletim, um jornal ou uma revista. Às vezes vê dois desses tipos de publicação. Ou os três.
A gente lê aquelas páginas e fotos reparando bem ou não dá muita atenção. Fica por dentro do que acontece na empresa ou prefere continuar a trabalhar, porque, puxa, meu Deus, a pilha de afazeres não pára de crescer. Ou, sei lá, acha melhor relaxar depois do almoço ou ir pra casa e descansar, quando vence o expediente.
Mas será que é bom não tomar conhecimento? Ficar sem saber o que acontece no próprio ambiente de trabalho, ou em outros perto e, até mesmo muitos que parecem distante? Será que eu posso participar disso? Será que essa leitura interessa também aos acionistas, aos clientes e ao governo?
INVENÇÃO DA LEITURA - Jornais para crianças
Por Luciano Martins Costa em 3/8/2010, no site Observatório da Imprensa.
Reportagem curiosa do correspondente da Folha de S.Paulo em Londres relata que uma editora da França está conseguindo arejar o mercado de jornais de papel com títulos dirigidos a crianças e jovens.
A Editora La Play Bac já tem três títulos de diários há cinco anos. Enquanto os jornais para adultos perdem leitores continuamente, as publicações para crianças e adolescentes mantém uma carteira estável de 150 mil assinantes em toda a França.
Le Petit Quotidien (O Pequeno Diário), dirigido a crianças de até dez anos, Mon Quotidien (Meu Diário), para crianças e adolescentes entre dez e 14 anos, e L´Actu (derivativo de “últimas notícias"), com público-alvo entre 14 e 18, são jornais compactos, de quatro a oito páginas, com muitas imagens coloridas e assuntos de interesse de seus públicos específicos.
02.06.10
OS PACIFISTAS E A IMPRENSA
Por Luciano Martins Costa (em www.observatoriodaimprensa.com.br)
A seqüência do noticiário sobre o bloqueio e confisco dos seis navios que levavam ajuda humanitária à Faixa de Gaza revela que o governo de Israel foi obrigado a recuar diante da repercussão negativa do incidente.
Mesmo com o esforço americano para amenizar a linguagem da declaração do Conselho de Segurança da ONU, registre-se que, pela primeira vez na História recente dos conflitos no Oriente Médio, o noticiário produzido pela imprensa chega próximo de um ponto de equilíbrio.
Sugestão de videoclipe da semana: TWO PRINCESS – Spin Doctors
Sugestão de música da semana: ALL I HAVE TO DO IS DREAM - The Everly Brothers
Aproveitando a proximidade do Dia dos Namorados, a música dá uma receita contra a saudade em excesso: “sempre que eu te quiser, tudo o que eu tenho que fazer é sonhar…”
All I Have To Do Is Dream
Dream dream dream dream dream dream dream
when i want you
in my arms
when i want you
and all your charms
whenever i want you all i have to do
is dream…
when i feel blue
in the night
and i need you to hold me tight
whenever i want you
all i have to do is dream…
Sugestão de filme da semana: A TRILHA.
É um suspense, ou seja, para assistir nas noites de quinta a sábado (domingo, jamais. Trocar a musiquinha do Fantástico por um filme de suspense é trocar Chico por Francisco).
Além de prender a atenção o tempo todo, é surpreendente e mostra onde confiar cegamente em estranhos pode levar…
Sugestão de livro da semana: COMO ÁGUA PARA CHOCOLATE
Se você gostou do filme, vai amar o livro no qual ele se baseou. É o retrato perfeito da paixão, um espelho sem vidro.
QUEM DERA O DUNGA DO FUTEBOL FOSSE MUDO COMO O DA BRANCA DE NEVE...
Eu iria escrever um artigo bem maior que este, sobre os mais recentes disparates disparados verbalmente pelo técnico da Seleção Brasileira, Dunga (que a gente nem sabe o nome verdadeiro). Mas nem isso ele merece, a não ser um breve comentário.
Em uma entrevista coletiva, o invejado por Confúcio disse que não poderia dar opinião sobre o holocausto, o partheid e sobre a ditadura militar no Brasil (1964-85) por que não os tinha vivido e, portanto, não sabia como tinha sido. Não poderia falar que foram coisas ruins ou boas por falta de conhecimento.
Ora, no esquema tático-ético do orelhudo anão treinador poderia faltar qualquer coisa, menos bom-senso. Eu também nunca vi pó massacre da Candelária, no Rio, e sei que foi um horror. Não pus fogo no índio Galdino e sei que foi uma atrocidade. Não sei se o Dunga desconhece ou se despreza os direitos humanos.
13.04.10
PREFEITURA QUER DIZIMAR ÁREAS VERDES DA REGIÃO NORTE DE BH. O POVO VAI PERMITIR?
No dia 12 de abril deste ano, a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou (por 31 votos contra 1) o novo projeto de lei de Ocupação do Solo – mais ou menos o equivalente à licença para matar, que o 007 tem. No caso belo-horizontino, licença para desmatar.
Tudo isso para trazer cerca de 250 mil novos moradores para a Região Norte da Capital, retirantes da Zona Sul, principalmente, que irão tentar ou ganhar a vida no entorno da Cidade Administrativa.
O único voto contra foi o do jovem e aparentemente inofensivo vereador Iran Barboza, que deve ter lá seus interesses em contrariar os colegas de plenário (a família dele tem tradição política na região), mas pelo menos mostrou lucidez em rechaçar o projeto.